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Avenida das Palmeiras Imperiais
Mirante
Leve

Avenida das Palmeiras Imperiais

5.0

Sobre a Atração

A Avenida das Palmeiras Imperiais, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, é mais do que um simples caminho; é uma catedral viva, um monumento natural que impõe respeito e admiração a cada passo. Composta por 134 palmeiras-imperiais (Roystonea oleracea), esta alameda foi plantada em 1809, por ordem de D. João VI, e desde então tornou-se o cartão-postal definitivo do instituto. Caminhar por baixo dessas gigantes de mais de 30 metros de altura é uma experiência que altera a perspectiva do visitante, fazendo-o sentir a pequenez humana perante a grandeza e a longevidade da natureza. A história por trás desta alameda é fascinante. A palmeira-mãe, que deu origem a todas as outras do jardim, foi plantada pelo próprio D. João VI. Diz a lenda que ele era tão ciumento com a espécie que, para evitar que outros cultivassem a planta, ordenava que os frutos fossem queimados após a colheita. Felizmente, a natureza seguiu seu curso e hoje a Avenida das Palmeiras é um testemunho da história botânica do Brasil. O alinhamento perfeito, a simetria das copas lá no alto e a textura dos troncos cinzentos criam uma galeria natural que conduz o olhar do visitante até a fonte central, criando um impacto visual inigualável. Ao percorrer a alameda, o visitante sente uma tranquilidade quase religiosa. O som das folhas de palmeira balançando ao vento, o canto dos pássaros que habitam as copas e a sombra refrescante que elas projetam criam um ambiente ideal para reflexão e contemplação. É uma experiência de intensidade baixa, ideal para caminhadas lentas e fotografia. Dicas práticas: o melhor horário para visitar é logo pela manhã ou no final da tarde, quando a luz incide lateralmente entre os troncos, criando um efeito de luz e sombra espetacular. Não é permitido subir ou tocar nas árvores, e a preservação é rigorosa. Curiosidades únicas: todas as palmeiras-imperiais do Jardim Botânico são descendentes da palmeira-mãe original, que infelizmente morreu atingida por um raio em 1972 (seu tronco está exposto no museu do jardim); a alameda é um dos locais mais procurados do Rio para sessões de fotos profissionais e casamentos; e, apesar da aparência uniforme, cada palmeira possui características únicas em seu crescimento, refletindo sua adaptação ao microclima do parque.

Galeria(3)

Nota baseada em avaliações do Google + comunidade (1 avaliações no Google)

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